quinta-feira, 7 de junho de 2012

Teu Livro

A existência na Terra é um livro que estás escrevendo...
Cada dia é uma página...
Cada hora é uma afirmação de tua personalidade, através das pessoas e das situações que te buscam.
Não menos prezes o ensejo de criar epopéia de amor em torno do teu nome.
As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.
Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma, grafas com tinta perene, a história de tua passagem.
Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.
A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas esparsas de tua biografia, gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.
Não desprezes, assim, a companhia da indulgência, através da senda que o Senhor te deu a trilhar.
Faze uma área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo em compendio de auxílio e esperança para quantos te seguem os passos, VIVE, pois com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes d’Ele em tuas ações de cada dia e o livro de tua vida converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bênçãos.

Autor: Emmanuel

Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Mãos Unidas Site pessoal

quarta-feira, 6 de junho de 2012

LAR DE FABIANO ASSUNTO DA SEMANA
                                                     O “MAS” E OS DISCÍPULOS
 “Tudo posso naquele que me fortalece.”
— Paulo. (FILIPENSES, CAPÍTULO 4,VERSÍCULO 13.)  O discípulo aplicado assevera:
— De mim mesmo, nada possuo de bom, mas Jesus me suprirá de recursos, segundo as minhas necessidades. — Não disponho de perfeito conhecimento do caminho, mas Jesus me conduzirá. O aprendiz preguiçoso declara:
 — Não descreio da bondade de Jesus, mas não tenho forças para o trabalho cristão.  — Sei que o caminho permanece em Jesus, mas o mundo não me permite segui-lo.
O primeiro galga a montanha da decisão. Identifica as próprias fraquezas, entretanto, confia no Divino Amigo e delibera viver-lhe as lições.
O segundo estima o descanso no vale fundo da experiência inferior. Reconhece as graças que o Mestre lhe conferiu, todavia, prefere furtar-se a elas.
O primeiro fixou a mente na luz divina e segue adiante.  O segundo parou o pensamento nas próprias limitações.  O “mas” é a conjunção que, nos processos verbalistas, habitualmente nos define a posição íntima perante o Evangelho.  Colocada à frente do Santo Nome, exprime-nos a Firmeza e a confiança, a fé e o valor, contudo, localizada depois dele, situa-nos a indecisão e a ociosidade, a impermeabilidade e a indiferença.  Três letras apenas denunciam-nos o rumo.
— Assim recomendam meus princípios, mas Jesus pede outra coisa.
— Assim aconselha Jesus, mas não posso fazê-lo. Através de uma palavra pequena e simples, fazemos a profissão de fé ou a confissão de ineficiência. Lembremo-nos de que Paulo de Tarso, não obstante apedrejado e perseguido, conseguiu afirmar, vitorioso, aos filipenses:
 — “Tudo posso naquele que me fortalece.
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