quarta-feira, 6 de junho de 2012

LAR DE FABIANO ASSUNTO DA SEMANA
                                                     O “MAS” E OS DISCÍPULOS
 “Tudo posso naquele que me fortalece.”
— Paulo. (FILIPENSES, CAPÍTULO 4,VERSÍCULO 13.)  O discípulo aplicado assevera:
— De mim mesmo, nada possuo de bom, mas Jesus me suprirá de recursos, segundo as minhas necessidades. — Não disponho de perfeito conhecimento do caminho, mas Jesus me conduzirá. O aprendiz preguiçoso declara:
 — Não descreio da bondade de Jesus, mas não tenho forças para o trabalho cristão.  — Sei que o caminho permanece em Jesus, mas o mundo não me permite segui-lo.
O primeiro galga a montanha da decisão. Identifica as próprias fraquezas, entretanto, confia no Divino Amigo e delibera viver-lhe as lições.
O segundo estima o descanso no vale fundo da experiência inferior. Reconhece as graças que o Mestre lhe conferiu, todavia, prefere furtar-se a elas.
O primeiro fixou a mente na luz divina e segue adiante.  O segundo parou o pensamento nas próprias limitações.  O “mas” é a conjunção que, nos processos verbalistas, habitualmente nos define a posição íntima perante o Evangelho.  Colocada à frente do Santo Nome, exprime-nos a Firmeza e a confiança, a fé e o valor, contudo, localizada depois dele, situa-nos a indecisão e a ociosidade, a impermeabilidade e a indiferença.  Três letras apenas denunciam-nos o rumo.
— Assim recomendam meus princípios, mas Jesus pede outra coisa.
— Assim aconselha Jesus, mas não posso fazê-lo. Através de uma palavra pequena e simples, fazemos a profissão de fé ou a confissão de ineficiência. Lembremo-nos de que Paulo de Tarso, não obstante apedrejado e perseguido, conseguiu afirmar, vitorioso, aos filipenses:
 — “Tudo posso naquele que me fortalece.
Site pessoal

Nenhum comentário:

Postar um comentário